sábado, 27 de março de 2010

#fail

Em roupas de ficar em casa. Sem beleza, sem cores, sem dedicação.Sem maquiagem nos olhos, sem base nas olheiras, sem cor no rosto, sem rímel nos cílios, sem brilho nos lábios - e nos olhos, de novo.
Sem acetona para tirar meu esmalte. Unhas com pequenas manchas coloridas, descascadas, símbolo do meu descaso. Para tudo. Até para comigo.
Cabelo danificado, quebrado, desbotado. Sem hennah, daqui a pouco até sem tinta. Meu quarto zoneado, meus livros espalhados, minhas roupas jogadas.

Minha casa mental totalmente fora do lugar.
Eu quero organizar. Quero cada coisa ao seu lugar. Quero tudo como era, e se não for como foi um dia, que seja melhor ou tão bom quanto.
SÓ QUE EU NÃO SEI COMO CHEGAR ATÉ LÁ. Não sei. Não.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Chega.

Não, eu não tenho um coração.
Não, eu não quero ter um coração.

O meu protótipo aqui dentro, que eu sufoquei bem lá dentro, está pulsando no ritmo que eu quero. Aquele em que eu determinei. Porque algumas peças ainda estão quebradas, mal reguladas. Do jeito que cada um de vocês deixou, então com sua licença, tenho todo o direito de me resguardar.

Não, eu não quero. Não quero nada disso, não quero nenhum de vocês, não quero aceitar nenhuma proposta. Fechada para balanço? Talvez. Não tenho condições, nem a menor delas, para aguentar qualquer dano. De novo. Vai ser tão mal assim, querer me preservar? Será que dá pra entender que o problema é aqui, em mim, e é meu? Inferno. Porra. Caralho. Merda. À merda. Todos à merda, todos vocês. Fodam-se.

Não, eu não quero mesmo. Agora sou eu.
Chega.

sábado, 20 de março de 2010

Março.

São as águas de março fechando o verão / É promessa de vida no seu coração.

Março, mês tão tão fodido da minha vida.
Eu quero que você acabe. Aliás, não vejo a hora disso acontecer.

Será uma mera coincidência você ser o mês de meu maior número de posts?

Dar a cara a tapa.

Terceira lei de Newton reza que toda ação tem sua reação.
No final das contas, é sempre nisso que dá.
Foi isso que você quis?

Otária.

quinta-feira, 18 de março de 2010

O homem da minha vida.

E eu o encontrei ali. Suspense.

O homem da minha vida. Bem na minha frente. Um posto de gasolina comum, uma quarta-feira comum, uma parada comum. A rádio de sempre, com as músicas preferidas, mas de sempre.

Eis que ele surge. Palpitações.

O meu homem, o da minha vida. O que eu idealizei tanto tempo concretizado bem ali. O cabelo escuro, quase preto, nem tão grande nem tão curto. O tamanho ideal. Num rabo de cavalo modesto, firme, mas de modo despojado. A pele nem branca nem morena, um tom de presença do sol do cotidiano. A barba mal feita, curta, mostrando um cavanhaque ralo e as costeletas se unindo ao resto. O sorriso largo, confiante, meio de lado. Branco, destacando em sua pele, brilhante, audacioso. É, sorria desse jeito lindo pra mim, mesmo, sorria. Esse jeito que me faz ficar retardada, de pernas amolecidas, sem pensamentos pairando na mente. Sem pensamentos? Ah se eu pudesse pegar esse homem todo e levar pro meu... Ronco do acelerador da moto. Ah meu pai, ele tem uma moto. Não poderia ser um pouquinho menos (perfeito e...) clichê não, hein? E agora que eu consigo reparar nas roupas. Uma calça jeans rasgada, um agasalho meio batido, calçando um all star preto... ou seria azul marinho? Seu all star azul combina com meu preto de cano alto... Não, não cheguei a pensar tão romanticamente a respeito dele. Eu estava mais interessada em outros feelings, se me permite dizer. Suspiros. E esse cabelo, hein? O ato de amarrá-lo e desamarrá-lo, mostrando-o quase solto, quase. Só para me tentar, não é? Solta esse cabelo, mostra pra mim esse... prendeu. Tudo bem, você continua lindo do mesmo jeito e sabe disso, já deu pra perceber.

Um posto de gasolina. E ele abasteceu sua moto - que eu devidamente nem fiz questão de reparar o modelo - e fez mais uma vez o charme do cabelo. Nunca entendi esse meu quê com cabeludos. Afinal, desde quando cabelo deu pra ser sinônimo de tesão? Tudo bem. São lindos, sempre. Meus lindos, todos. E lá se foi meu cabeludo colocando seu capacete - vermelho com labaredas pretas... ou o contrário, nesses momentos estes detalhes são o que menos chamam minha atenção, - e montando em sua moto. Não quer me levar junto? Não quer perguntar meu nome, supor que sou uma Maria Gasolina, me colocar em sua garupa e irmos embora? Não mesmo?

Suspiros. E lá se foi o homem da minha vida, avenida a fora. Bem na minha frente.

sábado, 13 de março de 2010

Dazed and confused (A LOT.)

De novo.
Porque é assim mesmo que vou ficar. E pelo visto será por um longo tempo.


Gonna love you baby, here i come again;
Sweet little baby, i want you again.

olha eu aqui.

Será que dá pra me enxergar?
Será que dá pra ver ou ficou tão difícil assim?

EU ESTOU AQUI. PORRA.

Só você que não se dá conta. Não me deixe em stand by, não me deixe nesse maldito estado. Nunca está totalmente ligado ou desligado. Seu covarde, infeliz. Como diria o amigo do personagem d'O Homem que Copiava - CAGALHÃO. Diz que sim? Diz que não? TALVEZ. E o stand by. Turn me on? Turn me off? NOT TODAY. And the stand by. Someday? Some fuckin' crazy day?

EU ESTOU AQUI. PORRA.

Quer que eu grite isso pra você? Não duvide de mim. Eu posso aparecer na sua porta, declarar aos quatro ventos, publicar nos locais que você frequenta. Posso deturpar e bagunçar o seu mundinho, qualquer opção pra poder mostrar isso a você. Não ouse encaixar psicose nisso,está cansado de saber o que eu quis dizer. Quer que eu escreva?

Isso já estou aqui, fazendo, agora. Posso fazer com que você leia?

EU ESTOU AQUI? PORRA.


Stand,
By.

Stand,
By.

Stand,
By.

Stand?


Off.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Futuro a Deus pertence?


Olá Futuro.

No momento, está a ser apresentado como meu principal pesadelo.
Antes que essa nossa batalha chegue a um ponto crítico, em pequenos ou grandiosos combates sangrentos, gostaria apenas que me trouxesse - nem que fosse aos poucos - um pouco de consolo, um pouco de respostas.
É algo que, em algum momento de fraqueza, sei que hei de implorar-lhe. Possivelmente, com pesadas lágrimas nos olhos e soluços agudos no peito.
Inevitavelmente inevitável, fora isso que me dissera uma vez?

A única coisa que lhe peço, por enquanto.
Sem mais perguntas.
Elas já estão a me corroer o suficiente, e a me relembrar o passado o suficiente, a remexer em caixas e baús trancados em meu sótão interior, devidamente cobertos de poeira e teias de aranhas.
Ao menos por enquanto, sim?

Sem mais perguntas.

Vazio.

Vazio no peito, vazio aqui no fundo da alma. Aquela maldita sensação na boca do estômago. Medo, náuseas, adrenalina sendo descarregada antes do devido momento. Sofrer por antecipação.
Congrats, dear huni, você que sempre soube como sofrer antes da hora, por excelência. Antes mesmo de saber se realmente tem algo pelo que sofrer.

Medo, náuseas, adrenalina, temores, receios, decepções. Falta de capacidade para lidar com essas experiências. Totalmente incapaz de admitir que não é dona de toda a situação, nem sempre as coisas estão sob seu controle. Hey ya, huni, a vida não é um tabuleiro em que as peças se movem de acordo com a sua vontade. Não é sempre que suas pedras estão dispostas a por aquele rei em xeque somente pelo seu desejo ou sua necessidade.
Insegurança, temeridade, impasse. Choques de realidade? Dramas apenas... talvez?

Como é que se chama mesmo, aquele pânico fundo e aterrorizante daquilo que ainda está por vir? Daquilo que está incerto? Não me passam pela mente neologismos que lhe cheguem aos pés.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Olhos de ressaca.

"Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra de dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá idéia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me (…)"



Eu não faço ideia de como eu poderia fazer as coisas mais claras para você. Não pude fazê-lo naquele momento, não posso agora. Poderei algum dia? Eu só queria que acreditasse em uma coisa que é uma de minhas únicas verdades - eu amo você. Sempre vou amar, penso assim. Não tenho como evitar isso, de modo a fazer com que as coisas só sejam mais difíceis, para ambas as partes. E eu realmente sinto muito, mesmo, pelo que eu acabei por fazer-lhe passar. Já lhe disse mais de uma vez, sou a pessoa mais egoísta que há nesse mundo. Sou possessiva, ciumenta, cruel, egocêntrica. E não meço as consequências de modo tão racional quanto deveria. E me queima por dentro relembrar cada um dos nossos momentos, como eles fazem falta para mim. Sim, e muita. Cada um, que passamos, por cada pequena coisa ao longo do tempo. E você não faz ideia da vontade que tenho - em alguns momentos insanos, confusos e carentes - de simplesmente apagar o que fiz. Se não apagar, poder pedir uma nova chance a você. Caso não aceitasse um pedido, imploraria, relembraria tudo o que se passou, e o quanto eu preciso isso de volta. O quanto virou uma necessidade, até uma dependência. Sei agora, que essa parte principalmente, foi o que mais me assustou. Alguém como eu, cheia de pequenas ranhuras, mágoas e traumas com todas as experiências. Alguém que sempre sofre por se entregar, amar e morrer muito mais - o dobro, o triplo... infinitamente! - a mais do que recebo de volta. E você, a única pessoa nesse mundo inteiro que realmente me amou mais, se doou mais, se entregou tão plenamente. E eu sempre presa em minhas inseguranças, meus problemas. Apegada a tantas coisas, que outrora diferentes, mudariam tanto. Você não entendeu mesmo nenhuma de minhas decisões, e eu jamais seria capaz de julgar-lhe por isso. Até eu mesma demoro a me entender. Em algumas noites que paro a refletir, a vontade que queima é de correr até você novamente, pedir colo, pedir aconchego. Desculpar-me um milhão de vezes. Voltar atrás. Mas isso seria a maior das provas de meu egoísmo negro. De minha preocupação somente comigo mesma, com minhas coisas tão fúteis. De meu ego tão maior que tudo, de sempre por a mim antes de qualquer outro. De não me preocupar com o que você sente, como você fica. Acredite nisso, embora eu tenha lhe ferido, poupei-lhe de tanto sofrimento pior. Poupei de comprovar ainda mais o que lhe digo, de mostrar realmente esse lado. De fazer com que você sofra ainda mais, por algo que não é de seu merecimento. Sim, no fundo, eu não merecia tanto de você. Não veja como um discurso lamentoso ou culposo, e sim como realista. Não aguentaria ver você passando por coisas piores de novo, somente por coisas que lhe causei. Você é que não merece passar por isso, não por tão pouco. E eu seria muito bem capaz de estragar tudo, em algum momento. De um modo pior do que eu havia feito. Ainda dói aqui dentro, ainda me é incômodo, ainda custa lembrar de tudo. Porque é óbvio, tudo está aqui dentro, gravado. Em cada trecho de livros, de poemas, de músicas então, como é possível? Porque a sua importância pra mim não tem descrição. Eu só tenho a lhe agradecer por tudo o que fez por mim, como todo o seu amor me fez um bem inestimável. Como eu não me arrependo de nada, como só acrescentou novas experiências e crescimento em minha vida. Eu gostaria de ser capaz de transmitir isso a você, fazer com que entendesse alguma dessas coisas sem me julgar, sem se maltratar como o fez. Sem me afastar de você. Mas seria prudente continuar sempre próxima a você? Não seria também, adicionando à enorme lista, mais uma de minhas atitudes tão mesquinhas e egoístas, de te manter em cativeiro,em proximidade, só para meu bem-querer? E dar-lhe seu espaço, seu tempo, não seria isso o melhor? Cabe a mim agora, passar por cima do que sofreu, fingindo uma normalidade, ou dividindo o que se passa comigo para não gerar atritos? Eu francamente não tenho ideia. Mas não suporto ver que, seja qual for a escolha que tome, você acaba por se ferir. Entende agora, como no fim, acaba sendo realmente sobre você?


Não foi eterno, posto que era chama.
Mas foi infinito enquanto durou.
Eu amo você.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Been dazed and confused.


For so long.

You hurt and abuse tellin' all of your lies. Run around, sweet baby, lord how they hypnotize. Sweet little baby, I don't know where you've been. Gonna love you baby, here I come again.

Every day I work so hard, bringin' home my hard earned pay, try to love you baby, but you push me away. Don't know where you're goin', only know just where you've been.
Sweet little baby, I want you again.

Been dazed and confused for so long, it's not true. Wanted a man, never bargained for you.
Take it easy baby, let them say what they will.
Will your tongue wag so much when I send you the bill?



My old feelings.
Like it or not,
I've been missing you...

Fases.

Quem é que não ouviu aquela fatídica frase:
"Isso é só uma fase. Você vai ver, vai passar. Já já vai passar."

Sim. Confesso que ao ouvir essas palavras, tenho uma vontade interna que eu julgaria como impulsiva, visceral, homicida de fazer com que quem as proferiu engula-as de volta. Sinceramente, pensem vocês aí, cada um com sua realidade abusiva - realmente tiveram alguma vontade de nos consolar ao dizer isso? Não têm ao menos alguma compaixão, evitar o efeito colateral que isso proporciona?

Não. Não sei se sou uma exceção apenas, ou algo fora do comum. Não sei se isso pende para o errado, para o ruim, para o obsoletismo. Por que só eu que enxergo as coisas desse modo? Por que nenhum de vocês acompanhou e seguiu as mesmas pegadas que eu? Ordem natural da vida e essas teorias mistificadas todas juntas, misturadas, na prática tudo muda. Na prática, na realidade assim vivida, as coisas ardem, queimam, ferem a ferro e fogo e, em sua maioria, não há o retorno, a restauração.

É. Sentir como se tudo estivesse num passado longínquo, como uma marca há muito deixada para trás. Mas ao passo que, notar que não é tanto o tempo que nos separa. Choca-me o fato de que éramos tão semelhantemente iguais, mas nos tornamos tão opostamente diferentes. Seríamos já como dois pólos opostos de imãs? Chegaríamos a tal ponto?

Eu aqui. Eu ainda estou aqui. Sinto-me como se estivesse estagnada no mesmo ponto em que nossos caminhos, de modo tão abrupto, separaram-se naquela encruzilhada. Esquerda ou direita? Seguir ou voltar? Regredir ou impulsionar? Sinto-me como se fosse a mesma de anos, conservando cada um dos caminhos, um a um, talhados em meu interior. Sinto-me como se fossem anos de diferença, como se cada um desses caminhos tivessem aberto novos horizontes e novas rupturas.

Necessidade. De desabafar. De desabar. De mostrar, gritar, urrar, cravar essa dor e esses lamúrios em algum pedaço passageiro. Em algum lugar que não irá julgar, nem com o reflexo das palavras soltas e correntes. EU NÃO QUIS ISSO, SE EM ALGUM LUGAR HOUVESSE UMA TROCA DE OPÇÕES, UM ALERTA, UM BASTA! - QUALQUER COISA...

"Isso é só uma fase. Você vai ver, vai passar. Já já vai passar. TEM que passar."

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

1. Querido diário.

Condeno-te por ser tão inútil e supérfluo.
Seguir a ser vazio, sem preencher o que deveria, por mais palavras a esmo que me reserve.
Ser indiferente ao que protesto, não interferir no que proclamo, frieza e inanimação em relação a tudo que poderia representar. Representa? Atua, finge, esconde. Hipócrita! Hipócrita sim, e não digo a menos. Não digo iludir-me, pois a única culpa do iludido é de si próprio, então desse caminho considero-me feliz ao me distanciar. Iludida fui, sim, imensas e bárbaras vezes. Como os bárbaros que lhe partiram, mas isso fica para uma nova postulação.
Sem sentido algum, fazer-lhe nenhum. Em meio a tanto vazio e prostração, por quê?
Não ter nexo é saudável, ao menos assim, minha sanidade tem seu tempo próprio e alheio para se recuperar, ou reconstituir.
Condeno-te por mesmo que eu implore, mostra um reflexo imperfeito e confuso de minha alma, sem que nada possa fazer para mudar. E pois sim, deixo para mais tarde as delongas sobre a culpa. No momento este é um luxo que muito tem me irritado.

Querido.
Até mesmo por deixar a desejar.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Janeiro.

Janeiro é como uma segunda-feira.
Apenas com a diferença de durar 31 dias.

E cá estou, nesse último dia.
Agora sim ficou de verdade.
É... Amanhã começa a terça-feira.

E aqui despeço-me de meu mês.




Mama, don't cry.

I just wanna stay high.
I like playing with danger and fear.

While you don't cry, I do.
Someone has to do, i just don't know why.
Day after another fuckin' day and honestly, sometimes i really can't stand some of this fuckin' problems. I hate the fights, the cryin' thing, the screams, the angry, it sometimes really can be nonsense but i really hate and it hurts. And being hurt sucks. I saw in a movie, yesterday, a book that was called 'being sad sucks', but it's pretty much the same thing. I hate when you miss all the things around, i hate when you don't give me a chance to explain or just to understand my messed things. Why this is so hard for you? Don't you think that's the same, or worst, for me, too? What a hell. I didn't want to see those things, or being right here, after all this years. I didn't want anything of this, that just happened, for some fuckin' and mean and cruel reason. I wish i could count on you, geez. But, here we are. And we can't change what we've done, no. I'm really sorry about the things i do for you, and actually, more for the things i don't. Oh gosh, i love you, and i love you so much. Althoug you know, i'm selfish, i'm mean, i'm pretty much lazy, i have all the bad things, but still - i love you. And you're such a important part of me, but you make all of this so fuckin hard, so difficult, so painful. I wish i can be really honest, withou judgement. Without you saying all this creepy things, and feeling all this kinda terrible feelings. I hate and i can't stand when you throw it on my face. I wish you could read this, too. I just don't know what to with ourself. And, geez, am i gonna be just like you, now? Someday, some very long day, will i understand you so well? I'm so afraid about regrets and all this stuff. I never meant to heart you, you never did to me, too. But that's what we do, i could say almost always. It's my duty to thank you for all you did for me, and goddamn, the hell i know it was a lot of things. And i really am grateful. Someday, i wish i could show you all of this.
And, close that day, will we be better with ourselves? Am i gonna be good enough and I have achieved everything you require and is desperate now? It will become easier...one day? I hope so. I'm really, truly sorry about that. I'll always wish you well, no matter what i say, what i feel, what i think. It seems pretty fool, i know, but in my heart you know where you belong and what you mean to me.

We're still the same and we live.
We're still the same and we live just like our parents.

Just, you know, for practicing. Cause i'd never steal the beauty of Elis.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Orgulho.

De já saber como me virar sozinha.
Ao menos no blog.

xxx

HELP !

I need somebody -
HELP!

Not just anybody -
HELP!

You know I need someone -
HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEELP !

Dois dias pras aulas.
O que mesmo que eu fiz nesses dois meses?

Stop the clocks... Or just mine.

Stop the clocks and turn the world around, let your love lay me down and when the night is over, there'll be no sound. What if I'm already dead, how would I know?

Nostalgia: Substantivo feminino. Melancolia acentuada resultante de saudade.
Abrir um álbum de fotos da primeira infância é para, no mínimo, soprar o pó que estagnou no passado. Algumas memórias que julgamos perdidas curiosamente ali estão, intactas. Mesmo os anos seguintes, uma torrente de imagens e lembranças seguem-se então. Aquela menina com um tom de rosa nas enormes bochechas, o cabelo lisinho e preto, aquele tamanho compacto. Aquilo me pertence? Em algum lugar, em algum momento distante. Ou os anos dourados posteriores. A inocência, a beleza, as covinhas, as dobrinhas. E mais e mais anos. Nem preciso dizer quantas reflexões impossíveis e absurdas passam pela cabeça, em véspera de aniversário, ou como efeito colateral.

Lock the box and leave it all behind on the backseat of my mind, and when the night is over, where will I rise?

Eu quis que alguma barreira temporal inflexível ou surreal fosse capaz de frear cada uma dessas mudanças. Que sequer fosse capaz de voltar em um passado frequente. Não seria necessário mudá-lo ou revertê-lo, somente revivê-lo. Último ano, últimos momentos, última chance de irresponsabilidades liberadas e momentos dispersivos. Como foi passar tão rápido? Como fui dormir com um beijo materno e acordei numa realidade enlouquecida, enfurecida e cobrando-me as dívidas violentamente? E isso, daqui a alguns anos, há de ser e de se sentir como está agora? A tua piscina tá cheia de ratos, tuas ideias não correspondem aos fatos. Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades. O tempo não para. Por enquanto, chovem rios de perguntas, e mantém-se a seca de respostas.

Lost inside my head, behind the wall, do they hear me when I call? And when the night is over, where will I fall?